{"id":107,"date":"2018-08-31T19:28:32","date_gmt":"2018-08-31T22:28:32","guid":{"rendered":"http:\/\/profetico.info\/teologiasistematica\/?p=107"},"modified":"2025-05-25T22:36:28","modified_gmt":"2025-05-26T01:36:28","slug":"capitulo-xxviii-historia-da-imortalidade-condicional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/profetico.info\/teologiasistematica\/2018\/08\/31\/capitulo-xxviii-historia-da-imortalidade-condicional\/","title":{"rendered":"28. Hist\u00f3ria da Imortalidade Condicional"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">A hist\u00f3ria da imortalidade condicional come\u00e7a na B\u00edblia. Os homens que escreveram os livros da B\u00edblia ensinaram de forma consistente que atualmente o homem n\u00e3o possui a imortalidade. Eles revelaram que o homem \u00e9 totalmente mortal, que \u00e9 uma criatura mortal. Imortalidade e vida eterna s\u00e3o retratadas na B\u00edblia como d\u00e1divas de Deus que s\u00f3 podem ser obtidas por meio de Cristo. Sem Cristo n\u00e3o h\u00e1 esperan\u00e7a de vida eterna. Pecado resultar\u00e1 em morte; o \u00edmpio experimentar\u00e1 a destrui\u00e7\u00e3o definitiva. A imortalidade condicional foi uma cren\u00e7a da Igreja do Novo Testamento. Esse foi o ensino original, oficial e ortodoxo da religi\u00e3o crist\u00e3. Qualquer cren\u00e7a contr\u00e1ria resultou de um desvio dessa verdade.<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\">Os Pais Ante-Nicenos<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Escritos dos primeiros Pais Ante-Nicenos mostram que eles acreditavam na imortalidade condicional. Eles retrataram a esperan\u00e7a do crente com a ressurrei\u00e7\u00e3o para a imortalidade na segunda vinda de Cristo. Eles descreveram o destino final do \u00edmpio com a destrui\u00e7\u00e3o. Eles demonstraram a imortalidade como uma d\u00e1diva de Deus, ainda a ser recebida.<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Clemente de Roma.<\/em>Clemente de Roma, um companheiro de Paulo (Filipenses 4:3), escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cMeus amados, como s\u00e3o ricos e admir\u00e1veis os presentes de Deus! Vida em imortalidade, esplendor em justi\u00e7a, verdade em liberdade, f\u00e9 em confian\u00e7a, contin\u00eancia em santidade! (&#8230;) Lutemos assim para sermos contados no n\u00famero dos que Nele esperam, para nos tornarmos participantes dos seus dons prometidos\u201d (<em>The First Epistle of Clement to the Corinthians.<\/em>\u00a0Cap\u00edtulo XXXV.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Nova York: Scribners, 1899, Vol.\u00a0I, p. 14).<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> In\u00e1cio.<\/em>In\u00e1cio, e seu amigo Policarpo, um disc\u00edpulo de Jo\u00e3o, ensinaram a vida somente em Cristo. Policarpo foi o l\u00edder da Igreja de Esmirna na primeira metade do segundo s\u00e9culo. Ele foi queimado num poste como m\u00e1rtir no ano de 155. In\u00e1cio era o cabe\u00e7a da Igreja de Antioquia. Lan\u00e7ado aos le\u00f5es no Coliseu de Roma, ele morreu como um m\u00e1rtir diante de Trajano no ano 107. In\u00e1cio escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cS\u00ea s\u00f3brio como atleta de Deus. O pr\u00eamio \u00e9 a incorruptibilidade e a vida eterna, do que ali\u00e1s j\u00e1 te convenceste\u201d (<em>Epistle of Ignatius to Policarp<\/em>. Cap\u00edtulo II.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Vol. I, p. 94).<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Te\u00f3filo.<\/em>Te\u00f3filo de Antioquia, bispo da Igreja nesta cidade durante o reino de Marcus Aur\u00e9lius, escreveu tr\u00eas livros para um amigo id\u00f3latra, Autolycus, para convenc\u00ea-lo da verdade do cristianismo. Theophilus morreu em 181. Ele escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cQuando depuseres a mortalidade e te revestires da incorruptibilidade, ver\u00e1s a Deus de maneira digna. Com efeito, Deus ressuscitar\u00e1 a tua carne, imortal, juntamente com tua alma. Ent\u00e3o, tornado imortal, ver\u00e1s o imortal, contanto que agora tenhas f\u00e9 nele. Ent\u00e3o reconhecer\u00e1 que falastes injustamente contra ele\u201d (To Autolycus. Livro I, Cap\u00edtulo VII.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Vol. II, p. 91).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Poder-se-\u00e1 dizer: \u201cO homem n\u00e3o foi criado mortal por natureza?\u201d De jeito nenhum. \u201cEnt\u00e3o foi criado imortal?\u201d Tamb\u00e9m n\u00e3o dizemos isso. \u201cEnt\u00e3o n\u00e3o foi nada?\u201d Tamb\u00e9m n\u00e3o dizemos isso. O que afirmamos \u00e9 que por natureza n\u00e3o foi feito nem mortal, nem imortal. Porque se, desde o princ\u00edpio, o tivesse criado imortal, o teria feito deus; por outro lado, se o tivesse criado mortal, pareceria que Deus \u00e9 a causa da morte. Portanto, n\u00e3o o fez mortal, nem imortal, mas, como dissemos antes, capaz de uma coisa e de outra. Assim, se o homem se inclinasse para a imortalidade, guardando o mandamento de Deus, receberia de Deus o galard\u00e3o da imortalidade e chegaria a ser deus; mas se voltasse para as coisas da morte, desobedecendo a Deus, seria a causa da morte para si mesmo, porque Deus fez o homem livre e senhor de seus atos. O que o homem atraiu sobre si mesmo por sua neglig\u00eancia e desobedi\u00eancia, agora Deus o presenteou com isso, atrav\u00e9s de sua benevol\u00eancia e miseric\u00f3rdia, contanto que o homem lhe obede\u00e7a. Do mesmo modo como o homem, desobedecendo, atrai sobre si a morte, assim tamb\u00e9m, obedecendo \u00e0 vontade de Deus, aquele que desejar, pode adquirir para si a vida eterna. De fato, Deus nos deu lei e mandamentos santos, e todo aquele que os cumpre pode salvar-se e, tendo alcan\u00e7ado a ressurrei\u00e7\u00e3o, herdar a incorruptibilidade\u201d (To Autolycus. Livro II, Cap\u00edtulo XXVII. The Ante-Nicene Fathers. Vol. II, p. 105).<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Justino M\u00e1rtir.<\/em>Fl\u00e1vio Justino, conhecido como Justino M\u00e1rtir, nasceu na col\u00f4nia romana de Fl\u00e1via Ne\u00e1polis, em Samaria. Convertido ao cristianismo ainda bem jovem, ele se tornou um crist\u00e3o apologista e devotou toda sua vida \u00e0 defesa da f\u00e9. Ele foi decapitado como m\u00e1rtir em Roma por volta do ano 166. Ele escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cPois estas coisas que existem diante de Deus, ou em qualquer tempo existir\u00e3o, t\u00eam a natureza deca\u00edda, e s\u00e3o tais que podem ser apagadas e deixarem de existir; mas Deus unicamente \u00e9 ing\u00eanito (n\u00e3o gerado) e incorrupt\u00edvel, e portanto Ele \u00e9 Deus, mas todas as outras coisas diante Dele s\u00e3o criadas e corrupt\u00edveis. Por essa raz\u00e3o as almas morrem e s\u00e3o punidas\u201d (<em>Dialogue of Justin, Philosopher and Martyr, with Trypho, a Jew<\/em>. Cap\u00edtulo V.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Vol. I, p. 197).<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Irineu.<\/em>Irineu, um disc\u00edpulo de Policarpo, que por sua vez foi disc\u00edpulo de Jo\u00e3o, nasceu na \u00c1sia Menor entre os anos de 115 e 125. Ele morreu em algum tempo pr\u00f3ximo do final deste s\u00e9culo. Ele serviu como um mission\u00e1rio para o sudoeste de Gaul, onde mais tarde se tornou bispo de Lyon (178). Irineu cria firmemente que o homem \u00e9 mortal e que a imortalidade \u00e9 condicional. Ele ansiava pelo retorno pr\u00e9-milenial de Cristo \u00e0 Terra. Muitas cita\u00e7\u00f5es concernentes \u00e0 imortalidade condicional podem ser feitas a partir dos escritos de Irineu. A seguir temos um exemplo:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cO Pai de todas as coisas concede a dura\u00e7\u00e3o pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos aos que s\u00e3o salvos, porque n\u00e3o \u00e9 nem de n\u00f3s nem de nossa natureza que vem a vida, mas ela \u00e9 concedida segundo a gra\u00e7a de Deus. Portanto, quem guardar o dom da vida dando gra\u00e7as \u00e0quele que lha deu receber\u00e1 tamb\u00e9m a longevidade pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos, mas quem a recusar com ingratid\u00e3o para com o Criador por t\u00ea-lo criado, n\u00e3o reconhecendo aquele que lha deu, priva-se por sua conta da dura\u00e7\u00e3o pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos\u201d (<em>Against Heresies<\/em>. Livro II, Cap\u00edtulo XXIV, Par\u00e1grafo 3.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Vol. I, PP.\u00a0\u00a0411, 412. Veja tamb\u00e9m Livro III, Cap\u00edtulo XIX, Par\u00e1grafo 1; Livro III, Cap\u00edtulo XX, Par\u00e1grafo 1, 2 e livro V, Cap\u00edtulo XIII, Par\u00e1grafo 3).<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Arn\u00f3bio.<\/em>Arn\u00f3bio viveu em Sica, a cidade do sudoeste de Cartago, na \u00faltima parte do terceiro e come\u00e7o do quarto s\u00e9culo. Ele escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cVoc\u00ea deixar\u00e1 de lado sua habitual arrog\u00e2ncia, oh homem, que afirma ter Deus como seu Pai, e sustenta que \u00e9s imortal, assim como Ele \u00e9? Voc\u00ea perguntar\u00e1, examinar\u00e1, buscar\u00e1 o que \u00e9s em si mesmo, de quem voc\u00ea \u00e9, de que parentela sup\u00f5e-se que \u00e9s, o que voc\u00ea faz no mundo, de que maneira voc\u00ea nasceu, como saltaste para a vida? Voc\u00ea ir\u00e1, pondo de lado sua indiferen\u00e7a, considerar no sil\u00eancio de seus pensamentos que n\u00f3s somos criaturas exatamente iguais \u00e0s demais, ou separadas por n\u00e3o grande diferen\u00e7a?\u201d\u00a0(<em>Against the Heathen<\/em>. Livro II, Cap\u00edtulo 16.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>.\u00a0Vol. VI, p. 440).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cMas, se os homens se conhecessem completamente ou tivessem o menor conhecimento de Deus, jamais reivindicariam como sua pr\u00f3pria a natureza divina imortal\u201d (Ibid. Book II, Chapter 19).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cMas, dizem meus oponentes, se as almas s\u00e3o mortais e de car\u00e1ter neutro, como elas podem se tornar imortais a partir de suas propriedades neutras? Se diss\u00e9ssemos que n\u00e3o sabemos, e somente acreditamos nisso porque foi dito por Algu\u00e9m maior do que n\u00f3s, a nossa prontid\u00e3o em crer seria errada ao acreditarmos que para o todo poderoso Rei nada \u00e9 \u00e1rduo, nada \u00e9 dif\u00edcil, e o que \u00e9 imposs\u00edvel para n\u00f3s \u00e9 poss\u00edvel para Ele ao Seu comando?\u201d (Ibid. Livro II, Cap\u00edtulo 35).<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Lact\u00e2ncio.<\/em>Lact\u00e2ncio, um aluno de Arn\u00f3bio, era um homem de cultura refinada, um ret\u00f3rico famoso, um professor em Nicom\u00e9dia e tutor do filho mais velho de Constantino. Ele escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cPois os outros animais inclinam-se para o ch\u00e3o, porque eles s\u00e3o terrenos e est\u00e3o inaptos para a imortalidade, que \u00e9 do c\u00e9u; mas o homem \u00e9 vertical, e olha para o c\u00e9u, porque lhe \u00e9 proposta a imortalidade; a qual, por\u00e9m, n\u00e3o vem, a menos que seja dada aos homens por Deus. De outra forma n\u00e3o haveria diferen\u00e7a entre o justo e o injusto, uma vez que cada homem nascido j\u00e1 se tornasse imortal. Imortalidade assim n\u00e3o \u00e9 a consequ\u00eancia da natureza, mas o galard\u00e3o e a recompensa da virtude\u201d (The Divine Institutes, Livro VII, Cap\u00edtulo V.\u00a0<em>The Ante-Nicene Fathers<\/em>. Vol. VII, p. 201).<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\">A Idade M\u00e9dia<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Depois da morte dos ap\u00f3stolos, a Igreja gradualmente escorregou da luz para a escurid\u00e3o, da verdade para o erro, e da f\u00e9 simples na B\u00edblia para a aceita\u00e7\u00e3o das cren\u00e7as criadas pelos homens. A doutrina b\u00edblica da imortalidade condicional foi sendo gradualmente substitu\u00edda pela filosofia de Plat\u00e3o da imortalidade natural da alma. Essa influ\u00eancia pode ser observada em muitos homens, como Aten\u00e1goras e Tertuliano, sendo encontrada na sua plenitude na teologia de Agostinho. A igreja Cat\u00f3lica Romana veio a existir como Igreja interiormente paganizada, e como Cristianismo assumiu um lugar oficial de autoridade no imp\u00e9rio. O imperador romano Teod\u00f3sio (378-395) fez do Cristianismo a religi\u00e3o do estado. Como o dia torna-se gradualmente em escurid\u00e3o, assim a Igreja primitiva foi gradualmente transformada na igreja papal de Roma. Quando a igreja papal adquiriu sua autoridade, toda oposi\u00e7\u00e3o foi suprimida pela for\u00e7a. Os homens que n\u00e3o se submetiam \u00e0 autoridade papal nem concordavam com suas cren\u00e7as feitas por homens, eram tratados como hereges. Durante a Idade M\u00e9dia, homens fi\u00e9is continuaram a ensinar a imortalidade condicional e outras doutrinas b\u00edblicas. A informa\u00e7\u00e3o a respeito desses crentes \u00e9 limitada, visto que Roma papal queimou os livros escritos por verdadeiros crentes e reprimiu os professores que discordavam de suas doutrinas.<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Nem\u00e9sio.<\/em>Nem\u00e9sio, bispo de Emesa, na Fen\u00edcia, durante o quarto s\u00e9culo, escreveu<em>De Natura Hominis<\/em>\u00a0(tradu\u00e7\u00e3o inglesa de G. Wither, Londres, 1636). Esse livro, apoiando a imortalidade condicional, foi amplamente lido e traduzido para muitos idiomas.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Sofr\u00f4nio.<\/em>Sofr\u00f4nio, patriarca de Jerusal\u00e9m no s\u00e9timo s\u00e9culo, foi listado por Petavel (<em>Problem of Immortality<\/em>) como um condicionalista. Uma carta sinodal de Sofr\u00f4nio foi lida no Terceiro Conc\u00edlio de Constantinopla (680).<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Teofilacto.<\/em>Um exegeta bizantino do s\u00e9culo onze, Teofilacto foi um destacado defensor da imortalidade condicional. Um nativo de Eubeia, ele foi aluno de Miguel Pselo. Por seu grande aprendizado, Teofilacto foi escolhido como tutor de um jovem pr\u00edncipe, Constantino Ducas, filho do imperador Miguel VII (1071-1078). Em 1078, Teofilacto foi feito arcebispo de Ocrida no pa\u00eds dos b\u00falgaros (a moderna Ocrida, na Alb\u00e2nia). Suas obras liter\u00e1rias incluem importantes coment\u00e1rios sobre o Velho e Novo Testamento. Sua cren\u00e7a sobre a imortalidade pode ser vista nos coment\u00e1rios ao texto de 1 Tim\u00f3teo 6:16. Uma edi\u00e7\u00e3o de \u201cAs Obras de Teofilacto\u201d, em grego e latim, foi publicada em quatro volumes na cidade de Venice, entre 1754-1763.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"4\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Jo\u00e3o Duns Escoto.<\/em>Um dos principais fil\u00f3sofos escol\u00e1sticos da Idade M\u00e9dia (morto em 1308), Jo\u00e3o Duns Escoto \u00e9 listado como um condicionalista na Enciclop\u00e9dia de Religi\u00e3o e \u00c9tica, por James Hastings (Nova York: Scribners, 1908, veja o artigo \u201cImortalidade Condicional\u201d, III, 822-825). Negando a imortalidade natural, o<em>Doutor Sutil,<\/em>\u00a0como era conhecido, sustentou \u201cque a imortalidade da alma \u00e9 incapaz de demonstra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">III. O Per\u00edodo da Reforma<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A tocha da verdade, que quase foi extinta pela igreja Romana na Idade M\u00e9dia, ascendeu brilhantemente outra vez com a chegada da Reforma Protestante. Os homens declararam sua liberdade da autoridade Romana. Pessoas comuns come\u00e7aram a ler a B\u00edblia na sua pr\u00f3pria l\u00edngua. Importantes doutrinas b\u00edblicas, como o retorno de Cristo, a futura ressurrei\u00e7\u00e3o dos crentes e o reino vindouro de Cristo, foram restauradas na teologia da Igreja. A leitura da B\u00edblia por pessoas comuns, proibida por muitos s\u00e9culos, fez com que muitos crentes aceitassem o ensinamento da B\u00edblia a respeito da natureza f\u00edsica do homem, imortalidade condicional e a destrui\u00e7\u00e3o do \u00edmpio.<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> William Tyndale.<\/em>William Tyndale (1484-1536), tradutor da B\u00edblia para a l\u00edngua inglesa e principal fundador da Reforma na Inglaterra, era um crente inflex\u00edvel na imortalidade condicional. Sir Thomas More, um estudioso Cat\u00f3lico na Inglaterra, escreveu um livro em 1528 no qual ele denuncia os ensinos de Tyndale e Lutero. Num livro no qual ele respondeu a Sir Thomas More, Tyndale escreveu:<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cE quando ele prova que os santos est\u00e3o no c\u00e9u j\u00e1 em gl\u00f3ria com Cristo, dizendo: \u201cSe Deus for o Deus deles, eles est\u00e3o no c\u00e9u, pois Ele n\u00e3o \u00e9 o Deus dos mortos\u201d, ele rouba o argumento de Cristo, por onde ele prova a ressurrei\u00e7\u00e3o: que Abra\u00e3o e todos os santos devem ressuscitar, e n\u00e3o que suas almas estavam no c\u00e9u, doutrina que ainda n\u00e3o estava no mundo. E com essa doutrina ele elimina a ressurrei\u00e7\u00e3o por completo e assinala o argumento de Cristo como de nenhum efeito. Pois quando Cristo declara pela Escritura que Deus \u00e9 o Deus de Abra\u00e3o e adiciona que Deus n\u00e3o \u00e9 o Deus dos mortos, mas dos vivos, e assim prova que Abra\u00e3o deve ressuscitar, eu nego o argumento de Cristo se digo com M. More que Abra\u00e3o ainda est\u00e1 vivo, n\u00e3o pela ressurrei\u00e7\u00e3o, mas porque sua alma est\u00e1 no c\u00e9u. E da mesma forma, o argumento de Paulo aos Cor\u00edntios \u00e9 de valor nulo, pois quando ele disse: \u201cSe n\u00e3o h\u00e1 ressurrei\u00e7\u00e3o, n\u00f3s somos os mais miser\u00e1veis de todos\u201d, aqui n\u00e3o temos alegria, mas lamento, cuidado e opress\u00e3o; e portanto, se n\u00f3s n\u00e3o ressuscitarmos, todo nosso sofrimento ser\u00e1 em v\u00e3o. N\u00e3o, Paulo, tu \u00e9s iletrado; v\u00e1 at\u00e9 o Mestre More e aprenda um novo caminho. \u201cN\u00f3s n\u00e3o somos os mais miser\u00e1veis, ainda que n\u00e3o levantemos novamente; pois nossas almas v\u00e3o para o c\u00e9u assim que morremos, e l\u00e1 existe uma grande alegria como a de Cristo que ressuscitou.\u201d E eu fico surpreso que Paulo n\u00e3o haja consolado os Tessalonicenses com essa doutrina, se ele sabia disso, que as almas de seus mortos estivavam em alegria; assim como ele sabia da ressurrei\u00e7\u00e3o, que os seus mortos deveriam ressuscitar. Se as almas est\u00e3o no c\u00e9u, em grande gl\u00f3ria como os anjos, conforme sua doutrina, voc\u00ea pode me mostrar qual a causa para haver a ressurrei\u00e7\u00e3o?\u201d (Tyndale.\u00a0<em>Answer to Sir T. More\u2019s Dialogue<\/em>. Works, Livro II, Cap\u00edtulo 8. Parker Society, Impresso na Cambridge University, 1848).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">E ent\u00e3o, colocando-os no c\u00e9u, inferno e purgat\u00f3rio, destroem os argumentos com os quais Cristo e Paulo provam a ressurrei\u00e7\u00e3o. O que Deus fez com elessaberemos quando formos at\u00e9 eles. A verdadeira f\u00e9 prop\u00f5e a ressurrei\u00e7\u00e3o, a qual somos alertados a buscar toda hora. Os fil\u00f3sofos pag\u00e3os, negando isso, afirmam que as almas vivem para sempre. E o Papa reuniu a doutrina espiritual de Cristo e a doutrina carnal dos fil\u00f3sofos; fatos t\u00e3o contr\u00e1rios que n\u00e3o podem chegar a um acordo, n\u00e3o mais do que fazem o Esp\u00edrito e a carne no homem crist\u00e3o&#8230; E novamente, se as almas est\u00e3o no c\u00e9u, me diga porque elas n\u00e3o est\u00e3o em t\u00e3o boa situa\u00e7\u00e3o como os anjos? E quanto \u00e0 ressurrei\u00e7\u00e3o, qual \u00e9 a sua causa de existir? (Ibid)<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> John Frith.<\/em>John Frith (ou Fryth) (1503-1533), um reformador ingl\u00eas, era um amigo fiel, companheiro e colega de trabalho de Tyndale. Ele ajudou Tyndale na sua tradu\u00e7\u00e3o do Novo Testamento. Como Tyndale, Frith foi um m\u00e1rtir pela f\u00e9. Frith acreditava que o homem \u00e9 mortal e que os crentes ser\u00e3o ressuscitados para imortalidade quando Jesus voltar. Ele insistiu que a falsa doutrina, a qual ensina que alguns homens j\u00e1 est\u00e3o no inferno e alguns no c\u00e9u, \u201cdestr\u00f3i completamente a ressurrei\u00e7\u00e3o, e anulam os argumentos pelos quais Cristo e Paulo provam que n\u00f3s ressuscitaremos\u201d. Seu ponto de vista aparece na obra \u201cA disputa do Purgat\u00f3rio\u201d, de 1530. Esse livro \u00e9 dividido em tr\u00eas partes: a primeira em resposta a John Rastell, que escreveu um livro ensinando a imortalidade da alma; a segunda ao Sr. Thomas More; a terceira a John Fisher, bispo de Rochester. As obras de Frith est\u00e3o reimpressas em<em>Works of Tyndade and Frith<\/em>\u00a0(Londres, 1831).<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"3\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Pietro Pomponazzi.<\/em>No princ\u00edpio do s\u00e9culo dezesseis, a quest\u00e3o da natureza do homem era tema de especial interesse nas universidades da It\u00e1lia. Os averro\u00edstas, um grupo que inclu\u00eda muitos homens instru\u00eddos da It\u00e1lia, negaram a imortalidade da alma. Um l\u00edder desse movimento era Pietro Pomponazzi, que foi descrito como \u201co mais influente professor de filosofia de seu tempo\u201d (Petavel). Pomponazzi escreveu muitos livros contra a imortalidade da alma. Seu famoso livro<em>Tratado da Imortalidade da Alma<\/em>\u00a0(Bononiae, 1516) foi publicamente queimado em Veneza. Para uma completa an\u00e1lise das opini\u00f5es de Pomponazzi, veja a obra de Ernest Renan\u00a0<em>Averr\u00f3is e o Averro\u00edsmo<\/em>\u00a0(Paris, 1852). As obras de Pomponazzi s\u00e3o listadas por Ezra Abbot em seu livro\u00a0<em>The Literature of the Doctrine of a Future Life<\/em>.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o reveladores da influ\u00eancia e da extens\u00e3o do movimento Averro\u00edsta o fato de que o Papa Le\u00e3o X, em 1513, publicou uma bula contra esse grupo e que a doutrina foi condenada pelo quinto Conc\u00edlio de Latr\u00e3o da igreja Cat\u00f3lica Romana, ocorrido em Roma (1512-1517). Esse conc\u00edlio, sob o comando de Le\u00e3o X, publicou o seguinte decreto: \u201cConsiderando que alguns ousaram afirmar com respeito \u00e0 alma racional, que ela \u00e9 mortal, n\u00f3s, com a aprova\u00e7\u00e3o do Sagrado Conselho, condenamos e reprovamos todos que afirmam que a alma intelectual \u00e9 mortal, visto que a alma n\u00e3o \u00e9 unicamente real, e de si mesma e essencialmente a forma do corpo humano, como est\u00e1 expresso no c\u00e2non do Papa Clemente V, mas tamb\u00e9m imortal; e n\u00f3s proibimos estritamente tudo que dogmatiza de outra forma; e n\u00f3s declaramos que todos que aderirem \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o err\u00f4nea ser\u00e1 evitado e punido como herege\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Martinho Lutero protestou contra o edito publicado pelo Papa que enfatizava a cren\u00e7a na imortalidade da alma. Lutero escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Eu tolero que o Papa estabele\u00e7a artigos de f\u00e9 para seus fi\u00e9is seguidores; como o p\u00e3o e o vinho sendo transmutados no sacramento; a ess\u00eancia Divina n\u00e3o \u00e9 gerada nem produzida; a alma \u00e9 a forma substancial do corpo humano: e que ele mesmo \u00e9 o governador do mundo e Rei do c\u00e9u e Deus da Terra; e que a alma \u00e9 imortal, e todos os inumer\u00e1veis prod\u00edgios do monturo de decretos romanos (Proposi\u00e7\u00e3o 27 da\u00a0<em>Defesa de Lutero<\/em>. Obras, vol. II, folha 107. Citado por Pettingel na obra\u00a0<em>The Unspeakable Gift<\/em>, p. 50).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A extens\u00e3o na cren\u00e7a na imortalidade condicional durante a era da Reforma pode ser vista no fato de que Jo\u00e3o Calvino, em 1534, escreveu um livro no esfor\u00e7o de refutar a cren\u00e7a que a alma repousa entre a morte e o ju\u00edzo final. O livro\u00a0<em>Psychopannychia<\/em>\u00a0foi a segunda publica\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria de Calvino.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Os Socinianos.<\/em>\u00c0 medida que a Reforma progredia durante o s\u00e9culo dezesseis, muitos grupos protestantes foram organizados pela Europa. Grupos que criam na imortalidade condicional eram largamente encontrados entre os Anabatistas e os Socinianos. O movimento Sociniano foi assim nomeado por seguirem seus fundadores antitrinitarianos, L\u00e9lio Socino (1525-1562) e seu sobrinho Fausto Socino (1539-1604). L\u00e9lio Socino foi o reformador e pregador. Fausto Socino foi o te\u00f3logo. Ambos nasceram em Siena, It\u00e1lia. O Socianismo encontrou sua melhor situa\u00e7\u00e3o na Pol\u00f4nia, onde os seguidores de Socino encontraram ref\u00fagio de 1539 a 1658, at\u00e9 que foram expulsos da Pol\u00f4nia pelos Jesu\u00edtas. Os escritos dos te\u00f3logos que lideraram o movimento est\u00e3o coletados na obra<em>Bibliotheca Fratrum Polonorum<\/em>, editada por Andreas Wiszowaty, neto de Fausto Socino. O principal s\u00edmbolo dos Socinianos \u00e9 o Catecismo Racoviano, assim chamado por causa da cidade polonesa de Rakow, onde o movimento teve uma casa publicadora, uma escola que chegou a ter 1000 estudantes frequentando as aulas e o local do encontro anual do s\u00ednodo geral. A persegui\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica Romana fez os Socinianos fugirem para a Transilv\u00e2nia, Alemanha, Holanda, Inglaterra e outras partes da Europa, onde congrega\u00e7\u00f5es foram organizadas.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os Socinianos sustentam muitos pontos de vista com os quais n\u00e3o concordamos, por exemplo, a vis\u00e3o humanit\u00e1ria de Cristo e a vis\u00e3o Pelagiana do pecado, mas estavam certos em recusar a doutrina da trindade e a imortalidade da alma. Muitos Socinianos criam na imortalidade condicional da alma.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cNo lado positivo, o pr\u00f3prio Fausto Socino pensava que o homem \u00e9 mortal por natureza e alcan\u00e7a a imortalidade somente pela gra\u00e7a. No lado negativo, seus seguidores (Crell, Schwaltz e especialmente Ernst Sohner) ensinaram abertamente que a segunda morte consiste em aniquila\u00e7\u00e3o, a qual ter\u00e1 lugar, entretanto, somente depois da ressurrei\u00e7\u00e3o geral, no ju\u00edzo final. Dos Socinianos essa vis\u00e3o geral passou a toda a Inglaterra\u201d (<em>The New Schaff-Herzog Religious Encyclopedia<\/em>, I, 185).<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Os Anabatistas.<\/em>O movimento Anabatista recebeu seu nome (que significa \u201cRebatizadores\u201d) pelo fato da rejei\u00e7\u00e3o do batismo infantil e exigindo o batismo adulto. Originado por volta de 1525, esse movimento inclui muitos grupos protestantes que se espalharam por toda a Europa. Esses Anabatistas diferiam n\u00e3o somente de Calvino e de Lutero, mas tamb\u00e9m uns dos outros, em muitas doutrinas.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Embora uns poucos grupos fossem dados ao fanatismo, a maioria dos grupos Anabatistas era formado por s\u00f3brios estudantes da B\u00edblia. Alguns desses grupos acreditavam na segunda vinda de Cristo, no reino de Deus na Terra e na ressurrei\u00e7\u00e3o dos crentes para a imortalidade. Como Lutero e Calvino, eles criam na autoridade da B\u00edblia, na justifica\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 e no sacerd\u00f3cio dos crentes. Eles reconheciam, por\u00e9m, que a Reforma doutrinal de Lutero e Calvino eram incompletas. Eles insistiam que todos os falsos ensinos do Catolicismo Romano deveriam ser rejeitados, e que a Reforma deveria ser total e completa. Alguns desses grupos Anabatistas, portanto, defendiam a imortalidade condicional e a vida somente atrav\u00e9s de Cristo.<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\">S\u00e9culos XVII e XVIII<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Uma interessante descri\u00e7\u00e3o dos livros escritos por autores da imortalidade condicional da alma durante os s\u00e9culos XVII e XVIII \u00e9 apresentada por A. J. Mills em seu livro\u00a0<em>Earlier Life-Truth Exponents<\/em>\u00a0(Londres: Elliot Stock, 1925).<\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Escritores do S\u00e9culo XVII.<\/em>Os autores da imortalidade condicional no s\u00e9culo VXII incluem: Joachim Stegmann, um escritor alem\u00e3o,<em>Brevis Disquisitio<\/em>\u00a0(1628); George Wither (1588-1667),\u00a0<em>The Nature of Man<\/em>, uma tradu\u00e7\u00e3o inglesa da obra de Nemesius; Richard Overton,\u00a0<em>Man\u2019s Mortallitie<\/em>\u00a0(1643); John Biddle (1615-1662),\u00a0<em>A Two-fold Catechism<\/em>; Mattew Caffyn (1628-1714),\u00a0<em>The Deceived and Deceiving Quakers Discovered<\/em>; Samuel Richardson,\u00a0<em>Of the Torments of Hell<\/em>\u00a0(Londres, 1658); Henry Layton (1670-1706), que escreveu pelo menos doze livros a respeito da imortalidade condicional; Isaac Barrow (1630-1677),\u00a0<em>Sermons and Fragments<\/em>; John Milton (1608-1674),\u00a0<em>Treatise of Christian Doctrine<\/em>; John Locke (1632-1704),\u00a0<em>Ressurretio et quae sequuntur<\/em>.<\/li>\n<\/ol>\n<ol start=\"2\">\n<li style=\"font-weight: 400;\"><em> Escritores do S\u00e9culo XVIII.<\/em>Possivelmente o mais importante autor da imortalidade condicional no s\u00e9culo XVIII foi Henry Dodwell (1642-1711), professor da cadeira Camden de Hist\u00f3ria na Universidade de Oxford.Suas obras incluem:\u00a0<em>Letter Concerning the Immortality of the Soul<\/em>\u00a0(1703),\u00a0<em>An Epistolary Discourse<\/em>(Londres, 1706),\u00a0<em>A Preliminary Defense of the Epistolary Discourse<\/em>\u00a0(Londres, 1707),\u00a0<em>The Natural Mortality of Human Souls<\/em>\u00a0(Londres, 1708) e\u00a0<em>The Scripture Account of the Eternal Rewards or Punishmenty of all that hear of the Gospel<\/em>\u00a0(Londres, 1708).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um outro escritor brit\u00e2nico condicionalista do s\u00e9culo XVIII foi o m\u00e9dico Willian Coward (1656-1725). Educado em Hart Hall e na Faculdade Wadham, Oxford, o doutor Coward praticou medicina em Northampton e Londres.\u00a0Seus livros incluem:\u00a0<em>Second Thoughts Concerning Human Soul\u00a0<\/em>(Londres, 1702),\u00a0<em>Further Thoughts Concerning Human Soul<\/em>\u00a0(Londres, 1703),\u00a0<em>The Grand Essay<\/em>\u00a0(Londres, 1704) e\u00a0<em>The Just Scrutiny<\/em>\u00a0(Londres, 1706).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">William Whiston (1667-1752) \u00e9 bastante conhecido como o tradutor do livro\u00a0<em>Obras de Josefo<\/em>. Educado por seu pai e em Clare Hall, Cambridge (1690), Whiston foi ordenado di\u00e1cono na Igreja da Inglaterra (1693) e sucedeu Newton como professor lucasiano em Combridge (1703). Como professor, Whiston lecionou matem\u00e1tica e filosofia natural. Whiston rejeitou o trinitarianismo e a imortalidade da alma.\u00a0Suas obras incluem:\u00a0<em>Sermons and Essays upon Several Subjects<\/em>\u00a0(Londres, 1709) e\u00a0<em>The Eternity of Hell Torments Considered<\/em>\u00a0(Londres,1740).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Francis Blackburne (1705-1787) foi pastor da Igreja da Inglaterra em Richmond, Yorkshire.\u00a0Sua obra mais conhecida sobre a imortalidade condicional \u00e9\u00a0<em>A ShortHistorical View of the Controversy Concerning the Intermediate State and the Separate Existence of the Soul, between Death and the General Ressurrection<\/em>(Londres, 1765). Blackburne tamb\u00e9m escreveu:\u00a0<em>No Proof in the Scriptures of an Intermediate State of Hapipiness or Misery between Death and the Resurrection<\/em>(Londres, 1756) e\u00a0<em>Remarks on the Rev. Dr. Warburton\u2019s Account of the Sentiments of the Early Jews Concerning the Soul<\/em>\u00a0(Londres, 1757).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros escritores condicionalistas do s\u00e9culo XVIII incluem: Joseph Hallet (O Jovem) (1691-1744), que foi um ministro ingl\u00eas n\u00e3o conformista, ordenado em Exeter em 1715, e que escreveu\u00a0<em>A Free and Impartial Study of the Holy Seriptures Recommended<\/em>\u00a0(Londres, 1729) e\u00a0<em>A Defense of a Discourse on the Impossibility of Proving a Future State by the Light of Nature\u00a0<\/em>(Londres, 1731); Dr. Joseph Nical Scott (1703-1769), m\u00e9dico que escreveu\u00a0<em>Sermons Preached in Defence of All Religion, Wheter Natural or Revealed, at the French Church<\/em>,<em>\u00a0Norwich<\/em>\u00a0(Londres, 1743); Dr. Edmund Law (fl. 1745-1785), diretor da Faculdade S\u00e3o Pedro, em Cambridge, Di\u00e1cono Superior de Straffordshire e bispo de Carlisle,\u00a0<em>Considerations on the Theory of Religion<\/em>\u00a0(1745); John Jackson (fl. 1735-1747), pastor de Roffington, no Condado de York, e Diretor do Hospital Wigston em Leicester, que escreveu\u00a0<em>A Dissertation on Matter and Spirit<\/em>\u00a0(Londres, 1735),\u00a0<em>The Belief of a Future State<\/em>\u00a0(Londres, 1745),\u00a0<em>A Defence of a Book<\/em>\u00a0(Londres, 1746) e\u00a0<em>A Futher Defence<\/em>\u00a0(Londres, 1747); Peter Peckard (1718-1979), pastor da Igreja da Inglaterra e Diretor da Faculdade Magdalene, Cambridge,\u00a0<em>Observations on the Doctrine of an Intermediate State<\/em>(Londres, 1756),\u00a0<em>Further Observations on the Doctrine of an Intermediate State<\/em>(Londres, 1757) e\u00a0<em>Observations on Mr. Fleming\u2019s Survey<\/em>\u00a0(Londres, 1759); Dr. J. B. Robinson escreveu\u00a0<em>Philosophical and Scriptural Inquiries Into the Nature and Constitution of Mankind, Considered only as Rational Beings<\/em>\u00a0(Londres, 1757).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Ainda outros escritores ingleses condicionalistas do s\u00e9culo XVIII incluem: Samuel Bourn (1714-1796), um ministro dissidente de Rivington, Lancashire, que escreveu\u00a0<em>A Letter to Rev. Samuel Chandler, D. D., concerning the Christian Doctrine of Future Punishment<\/em>\u00a0(Londres, 1759) e\u00a0<em>A Series of Discourses on the Principles and Evidences of Natural Religion and the Christian Revelation<\/em>, 4 volumes (Londres, 1760); John Alexander (1736-1765), um ministro presbiteriano de Longdon, pr\u00f3ximo de Birmingham, e \u201cum dos melhores estudiosos do grego de seu tempo\u201d, escreveu\u00a0<em>A Paraphrase upon the Fifteenth Chapter of First Epistle to the Corinthians<\/em>\u00a0(Londres, 1766); Dr. John Leland (1691-1766), um ministro n\u00e3o conformista e homem de grande conhecimento, escreveu\u00a0<em>The Advantages and Necessity of the Christian Revelation<\/em>, 2 volumes (Londres, 1764) e\u00a0<em>Discourses<\/em>, 4 volumes (Londres, 1769); Benjamim Dowson, mestre em artes e doutor em leis (1729-1814) foi um ministro presbiteriano e mais tarde pastor da Inglaterra, que publicou v\u00e1rias obras em defesa do pastor Blackburne e do bispo Law, escreveu:\u00a0<em>Remarks on Mr. Steffe\u2019s Letter concerning the State of the Soul after Death<\/em>\u00a0(1757) e\u00a0<em>An Illustration of several texts of Scripture<\/em>\u00a0(1765); Dr. John Tottie, c\u00f4nego da Igreja de Cristo, Oxford, e di\u00e1cono superior de Worcester,\u00a0<em>Sermons preached before the University of Oxford<\/em>(1772); George Clark,\u00a0<em>Vindication of the Honour of God, and the Rights of Men<\/em>\u00a0(1789) e\u00a0<em>A Vindication of the Honour of God: In a Scriptural refutation of the doctrines of Eternal Misery, and Universal Salvation<\/em>\u00a0(Londres, 1792); John Marsom escreveu\u00a0<em>The Universal Restoration of Mankind examined and proved to be a Doctrine Inconsistent with itself<\/em>, 2 volumes (Londres, 1794) e\u00a0<em>The Scripture Doctrine of Future Pumishment Defended<\/em>\u00a0(1795); e Joseph Priestley (1733-1804), cientista e te\u00f3logo, que descobriu o g\u00e1s oxig\u00eanio, expressou seus pensamentos sobre a natureza da morte no seu livro\u00a0<em>Disquisitions Relating to Matter and Spirit<\/em>\u00a0(Londres, 1777).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um escritor da imortalidade condicional na Su\u00ed\u00e7a durante o s\u00e9culo XVIII foi Ferdinand Olivier Petitpierre, pastor em Neuchatel, Su\u00ed\u00e7a, que ensinou a destrui\u00e7\u00e3o do \u00edmpio ao inv\u00e9s da doutrina da tortura eterna.\u00a0Seus livros incluem:\u00a0<em>Le plan de Dieu envers les hommes\u00a0<\/em>(Hamburgo, 1786) e\u00a0<em>Thoughts on the Divine Goodness, relative to the Government of Moral Agents<\/em>\u00a0(traduzido do franc\u00eas, Bath, Inglaterra, 1788).\u00a0Os ensinos de Petitpierre fizeram com que a Companhia de Ministros Vener\u00e1veis em Neuchatel apelasse a Frederick o Grande, que replicou: \u201cSe meus honestos e fi\u00e9is s\u00faditos de Neuchatel insistem em serem eternamente condenados, n\u00e3o me ponho no caminho.\u201d Petitpierre foi for\u00e7ado ao ex\u00edlio (Petavel,\u00a0<em>The Extinction of Evil<\/em>).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">S\u00e9culos XIX e XX<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O principal defensor da imortalidade condicional na Inglaterra durante o s\u00e9culo XIX foi Edward White (1819-1888). Educado na universidade de Glasgow, White continuou seus estudos em prepara\u00e7\u00e3o para o minist\u00e9rio com um cl\u00e9rigo congregacionalista. Depois de realizar o trabalho evangel\u00edstico em v\u00e1rios lugares por cerca de dez anos, ele abriu uma igreja independente, Howley Road Chapel, em Londres, onde pregou por trinta e cinco anos (1852-1887) e onde se tornou presidente da uni\u00e3o Congregacional. O livro de White,\u00a0<em>Life in Christ<\/em>, foi publicado pelo primeira vez em 1846 (Londres). Ele foi revisado e ampliado em 1875. A terceira edi\u00e7\u00e3o foi publicada em 1878 (Londres: Elliot Stock).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na Am\u00e9rica, um importante escritor foi Charles Fred Hudson, muito conhecido como o compilador de uma concord\u00e2ncia do grego (<em>Hudson\u2019s Greek-English Concordance<\/em>).\u00a0Os principais trabalhos de Hudson sobre a imortalidade foram\u00a0<em>Debt and Grace, as related to the Doctrine of a Future Life<\/em>\u00a0(Boston, 1857) e\u00a0<em>Christ\u00a0\u00a0Our Life, the Scriptural Argument for Immortality Through Christ\u00a0\u00a0Alone\u00a0<\/em>(Boston, 1860). Outras obras neste tema escritas por Hudson incluem:\u00a0<em>The Parable of the Rich Man and Lazarus<\/em>\u00a0(Boston, 1859),\u00a0<em>The Rights of Wrong: or, Is Evil Eternal?<\/em>\u00a0(Boston, 1859) e\u00a0<em>Human Destiny<\/em>\u00a0(Boston, 1860).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um outro importante escritor da imortalidade condicional durante o s\u00e9culo XIX foi John H. Pettingell. O livro mais famoso de Pettingell \u00e9\u00a0<em>The Unspeakable Gift<\/em>, publicado originalmente em 1884 e reimpresso muitas vezes (Yarmouth, Maine: I. C. Wellcome, 1887). Edward White escreveu a introdu\u00e7\u00e3o desse livro. Outras obras de Pettingell incluem:\u00a0<em>The Theological Trilemma<\/em>\u00a0(Nova York: Sherwood, 1878);\u00a0<em>Platomism Versus Christianity<\/em>\u00a0(1881);\u00a0<em>Bible Terminology<\/em>\u00a0(1881);\u00a0<em>The Life Everlasting<\/em>\u00a0que inclui as duas obras precedentes e\u00a0<em>Reviews in Eschatology<\/em>, o \u00faltimo livro do autor (Yarmouth, Maine: Scriptural Publication Society, 1887).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um autor brit\u00e2nico do s\u00e9culo XIX, cujos livros sobre imortalidade condicional foram amplamente lidos em ambos os lados do Atl\u00e2ntico, foi Henry Constable, Capel\u00e3o na cidade de Londres para o Hospital e Prebend\u00e1rio de Cork. Seu livro mais famoso \u00e9\u00a0<em>Duraction and Nature of Future Punishment<\/em>\u00a0(Londres, 1868). Ele tamb\u00e9m escreveu\u00a0<em>Hades, or the Intermediate State of Man<\/em>.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O te\u00f3logo su\u00ed\u00e7o Emamanuel Petavel poderia tamb\u00e9m ser listado entre os mais importantes escritores condicionalistas do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Petavel foi livre docente na Universidade de Genebra, Su\u00ed\u00e7a. Em 1858, ele se tornou pastor de uma congrega\u00e7\u00e3o su\u00ed\u00e7a em Londres, onde ficou \u00edntimo de Edward White. A obra mais importante de Petavel \u00e9\u00a0<em>The Problem of Immortality<\/em>\u00a0(traduzido por Frederick Ash Freer, Londres : Elliot Stock, 1892). Um outro livro de Petavel \u00e9\u00a0<em>The Struggle for Eternal Life<\/em>. Tamb\u00e9m conhecido pelo t\u00edtulo\u00a0<em>The Extinction of Evil<\/em>, essa obra foi traduzida por Charles H. Oliphant (Boston : Charles H. Woodman, 1889).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na Am\u00e9rica, Willian Reed Huntington (nascido em 1838), um protestante Episcopal, pregou uma s\u00e9rie de serm\u00f5es sobre \u201cA Hip\u00f3tese da Imortalidade Condicional\u201d enquanto ele era pastor da All Saint\u2019s Church, em Worcester, estado de Massachusets. Esses serm\u00f5es foram publicados num livro\u00a0<em>Conditional Immortality<\/em>(New York, 1878). Huntington foi educado em Haward. Ele serviu como administrador na Igreja Emmanuel, Boston (1861-1862), cl\u00e9rigo da All Saint\u2019s Church, Worcester (1862-1863) e cl\u00e9rigo da Grace Church, na cidade de Nova York. Em 1892, ele foi editor adjunto com Samuel Hart no\u00a0<em>Standard Prayer Book<\/em>. Ele foi secret\u00e1rio do comit\u00ea da conven\u00e7\u00e3o geral para a melhoria e melhor adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades do p\u00fablico Americano do\u00a0<em>Livro de Ora\u00e7\u00e3o Comum<\/em>\u00a0(<em>Book of Common Prayer<\/em>).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante os\u00e9culo XIX, muitos estudiosos brit\u00e2nicos e l\u00edderes na Igreja da Inglaterra defenderam a imortalidade condicional.\u00a0Richard Whately (1787-1863), arcebispo de Dublin, escreveu\u00a0<em>A View of the Scriptural Revelations Concerning a Future State<\/em>(1\u00aa edi\u00e7\u00e3o 1829? , 3\u00aa ed. 1832, 8\u00aa ed. Revisada, Londres, 1859).\u00a0O bispo Renn Dickson Hampden (1793-1868), bispo de Hereford, defendeu sua posi\u00e7\u00e3o em\u00a0<em>Hampton Lectures<\/em>, 1832. Henry Alford (1810-1871) De\u00e3o de Canterbury, um importante comentarista, e um dos membros originais da comiss\u00e3o de Revis\u00e3o do Novo Testamento, apoiou a imortalidade condicional. Ele foi o primeiro editor da\u00a0<em>Contemporary Review<\/em>\u00a0(1866-1870). Suas maiores obras incluem\u00a0<em>Greek Testament<\/em>\u00a0(4 vol. 1849-1861) e\u00a0<em>New Testament for English Readers<\/em>\u00a0(4 vol. 1868). Note o coment\u00e1rio de Alford em G\u00eanesis 3 no seu coment\u00e1rio ao Velho Testamento (publicado postumamente, 1872). Dr. John James Stewart Perowne (1823-1904), Bispo de Worcester, foi um dos mais eminentes estudiosos do hebraico de seu tempo. Em seu\u00a0<em>Hulsean Lectures<\/em>, 1868, no t\u00f3pico sobre imortalidade, Perowne escreveu: \u201cA imortalidade da alma n\u00e3o \u00e9 discutida nem afirmada no Velho Testamento\u201d. John Bickford Heard (nascido em 1828) escreveu\u00a0<em>The Tripartite Nature of Man<\/em>\u00a0(Edimburgo, 1866). Dr. Frederic Willian Farrar (1831-1903), de\u00e3o de Canterbury e autor da famosa obra\u00a0<em>Life of Christ<\/em>\u00a0(1874), expressou seus pensamentos sobre imortalidade condicional em dois dos muitos volumes de serm\u00f5es,\u00a0<em>Eternal Hope<\/em>\u00a0(1878) e\u00a0<em>Mercy and Judgment<\/em>\u00a0(1881). Ethelbert W. Bullinger (morto em 1913), cl\u00e9rigo muito conhecido na Igreja da Inglaterra, produziu um L\u00e9xico Grego e escreveu muitos livros, incluindo\u00a0<em>The Companion Bible<\/em>. William Temple (1881-1944), arcebispo de Canterbury, escreveu sobre a imortalidade condicional no seu\u00a0<em>Christian Faith and Life<\/em>.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A imortalidade condicional foi ensinada por J. M. Deniston em seu\u00a0<em>The Perishing Soul<\/em>\u00a0(2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Londres, 1874), pelo cl\u00e9rigo C. A. Row,\u00a0<em>Future Retribution<\/em>\u00a0(Londres, 1887) e Samuel Minton-Senhouse, que escreveu:\u00a0<em>The Glory of Christ<\/em>\u00a0(Londres, 1868),\u00a0<em>The Way Everlasting, The Harmony of Scripture on Future Punishment<\/em>\u00a0e\u00a0<em>A New Bible<\/em>.\u00a0Tamb\u00e9m foi ensinado por W. T. Hobson, em\u00a0<em>Conditional Immortality<\/em>, J. W. Barlow,\u00a0<em>Eternal Punishment<\/em>\u00a0(Cambridge, 1865), T. Davis,\u00a0<em>Endless Suffering Not The Doctrine of Scripture<\/em>\u00a0(Londres, 1866), J. F. B. Tinling,\u00a0<em>The Promise of Life<\/em>, e o fil\u00f3sofo ingl\u00eas, James Martineau (1805-1900),\u00a0<em>A Study of Religion<\/em>\u00a0(Oxford, 1888).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">William E. Gladstone (1809-1898), distinto primeiro-ministro brit\u00e2nico e autor, defendeu a imortalidade condicional em sua obra\u00a0<em>Studies Subservient to the Works of Bishop Butler<\/em>\u00a0(pp. 184-197). O astr\u00f4nomo ingl\u00eas, John Couch Adams (1819-1892), que descobriu o planeta Netuno (1845), e foi professor de astronomia na Universidade Cambridge, foi um crente nessa verdade. Sir George G. Stokes (1819-1903), membro do Parlamento, professor de matem\u00e1tica em Cambridge, secret\u00e1rio (1854-1885) e depois presidente (1885-1890) da Real Sociedade, escreveu em apoio a essa doutrina. Seus escritos nesse tema est\u00e3o inclusos em\u00a0<em>Symposium<\/em>,\u00a0<em>That Unknown Country,<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Immortality, A Clerical Symposium.<\/em><\/p>\n<ol>\n<li style=\"font-weight: 400;\">H. Dobney, um ministro Batista da Inglaterra, ensinou a imortalidade condicional em seu famoso livro<em>Notes of Lectures on Future Punishment<\/em>(Londres, 1844). A quarta edi\u00e7\u00e3o Americana, da Segunda Edi\u00e7\u00e3o de Londres, inclu\u00eda um ap\u00eandice contendo\u00a0<em>The State of the Dead<\/em>, por John Milton (Peace Dale, R. I., 1856).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dr. Richard Francis Weymouth (1822-1902), um ingl\u00eas batista leigo e tradutor do Novo Testamento, escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cMinha mente falha em conceber uma completa deturpa\u00e7\u00e3o da linguagem quando cinco ou seis das palavras mais fortes que a l\u00edngua grega possui significando \u201cdestruir\u201d ou \u201cdestrui\u00e7\u00e3o\u201d sejam explicadas com: \u2018mantendo uma exist\u00eancia eterna, mas miser\u00e1vel\u2019 Traduzir preto como o branco \u00e9 nada perto disso (Citado por Pettingel,\u00a0<em>The Unspeakable Gigt<\/em>, p. 322).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">John Nelson Darby (1800-1882), um dos fundadores da Igreja dos Irm\u00e3os Plymouth na Inglaterra, escreveu em\u00a0<em>Hopes of the Church<\/em>:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cN\u00f3s gostar\u00edamos de expressar nossa convic\u00e7\u00e3o de que a ideia da imortalidade da alma n\u00e3o tem sua fonte no Evangelho; que ela vem, ao contr\u00e1rio, dos Platonistas, e quando a vinda de Cristo foi negada na Igreja, ou ao menos come\u00e7ou-se a perder isso de vista, \u00e9 que a doutrina da imortalidade da alma veio para substituir a da ressurrei\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Professores da imortalidade condicional entre os Congregacionalistas ingleses, al\u00e9m de Edward White, incluem o famoso te\u00f3logo Robert William Dale (1829-1895). Dr. Dale foi pastor da Igreja Carrs Lane, em Birmingham, por cerca de quarenta anos. Ele foi o presidente da Uni\u00e3o Congregacional da Inglaterra e Pa\u00eds de Gales, e presidente do primeiro Conc\u00edlio Internacional dos Congregacionalistas, ocorrido em Londres em 1891. Dr. Dale fez sua primeira declara\u00e7\u00e3o p\u00fablica sobre essa verdade perante a Uni\u00e3o Congregacional da Inglaterra e Pa\u00eds de Gales em maio de 1874.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um outro importante Congregacionalista ingl\u00eas que acreditava nessa doutrina foi o famoso pregador Dr. Joseph Parker (1830-1902). Vivendo durante a \u00faltima metade do s\u00e9culo XIX, Parker foi um contempor\u00e2neo de Spurgeon em Londres. Ambos os homens tinham reputa\u00e7\u00e3o mundial como grandes oradores; eles atra\u00edram multid\u00f5es; tinham ampla leitura no campo religioso e secular. Parker, diferente de Spurgeon, por\u00e9m, ensinou a doutrina b\u00edblica da imortalidade condicional. Ele escreveu: \u201cO Cristianismo trata o homem, n\u00e3o como imortal, mas como um candidato para a imortalidade.\u201d Veja suas considera\u00e7\u00f5es sobre a destrui\u00e7\u00e3o de Sodoma em seu coment\u00e1rio b\u00edblico.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A imortalidade condicional foi ensinada pelo famoso ingl\u00eas wesleyano Joseph Agar Beet (nascido em 1840) em seus livros\u00a0<em>The Last Things<\/em>\u00a0(Londres, 1897) e\u00a0<em>The Immortality of the Soul: A Protest<\/em>\u00a0(3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1901). Beet serviu como pastor (1864-1885) e se tornou professor de teologia sistem\u00e1tica no Col\u00e9gio Wesleyano, Richmond (1885-1905), tamb\u00e9m um membro da Faculdade de Teologia na Universidade de Londres (1901-1905).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os tr\u00eas principais defensores da imortalidade condicional ligados \u00e0 Esc\u00f3cia foram Stewart D. F. Salmond (1838-1905), John Tulloch (1823-1886) e John Laidlaw. O primeiro, S. D. F. Salmond, foi professor de teologia sistem\u00e1tica e exegese do Novo Testamento, e depois de 1898, diretor da Faculdade da Igreja Livre, em Aberdeen. Ele expressou suas posi\u00e7\u00f5es na obra\u00a0<em>The Christian Doctrine of Immortality<\/em>(Edimburgo, 1895; 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o revisada, 1901). John Tulloch foi diretor da Faculdade de Santa Maria e um dos capel\u00e3es da rainha para a Esc\u00f3cia. Ele foi dirigente universit\u00e1rio, pregador, ensa\u00edsta, historiador e te\u00f3logo. O Dr. John Laidlaw escreveu\u00a0<em>The Bible Doctrine of Man<\/em>, a qual consistia das Palestras de Cunningham que ele apresentou na Faculdade da Igreja Livre, em Edimburgo em 1877.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante o s\u00e9culo XIX, muitos te\u00f3logos alem\u00e3es defenderam ou favoreceram a imortalidade condicional. O Dr. Richard Rothe (1799\u20131867) ensinou esta doutrina em sua\u00a0<em>Theologische Ethik,<\/em>\u00a02 vols. (Wittenberg, 1845-1847; 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1867-1872, par\u00e1grafos 470-472), e da\u00a0<em>Dogmatik<\/em>\u00a0(Heidelberg, 1870). Rothe escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cResta somente uma conclus\u00e3o. Somos obrigados a admitir que os sofrimentos sofridos no inferno pelo r\u00e9probo na verdade acabar\u00e3o, mas este final consistir\u00e1 na destrui\u00e7\u00e3o dos culpados. Esta ideia \u00e9 muito antiga na igreja&#8230; Somente esta opini\u00e3o parece ser capaz de satisfazer todas as condi\u00e7\u00f5es. Ela n\u00e3o tem nada a temer da filosofia contempor\u00e2nea, pois os homens deixaram de sustentar que a alma humana possui uma imortalidade natural\u201d (Dogmatik, III, p. 158).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Dr. Herman Olshausen (1796-1839), um comentarista alem\u00e3o do Novo Testamento, escreveu em seus coment\u00e1rios sobre Lucas 16:24-26: \u201cA doutrina da imortalidade da alma n\u00e3o \u00e9 encontrada na B\u00edblia, nem mesmo mencionada\u201d. O Dr. Franz Delitzsch (1813-1890), um comentarista alem\u00e3o do Velho Testamento e um dos melhores estudiosos do Hebraico, escreveu em suas considera\u00e7\u00f5es sobre G\u00eanesis 3:22 e N\u00fameros 23:10: \u201cN\u00e3o h\u00e1 nada em toda a B\u00edblia que implique na imortalidade natural. Do ponto de vista b\u00edblico, a alma pode morrer, \u00e9 mortal\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros estudiosos alem\u00e3es e suas obras incluem: Dr. Carl Immanuel Nitzsch (nascido em 1789),\u00a0<em>System of Christian Doctrine<\/em>; Dr. J. J. Van Oosterzee (1817-1882), professor de teologia na Universidade de Utrecht,\u00a0<em>The Gospel of Luke<\/em>\u00a0na ampla obra de Lange; Isaak August Dorner (1809-1884),\u00a0<em>System der Christlichen Glaubenslehre<\/em>(2 vols.; Berlim, 1879-1881; 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o 1886-1887; tradu\u00e7\u00e3o inglesa,\u00a0<em>A System of Christian Doctrine<\/em>, 4 vols., Edimburgo, 1880-1882); C. H. Weisse,\u00a0<em>Philosophische Dogmatik<\/em>\u00a0(Leipsic, 1853-1862); Herman Schultz (1836-1903),\u00a0<em>Voraussetzungen der Christlichen Lehre der Unsterblichkeit<\/em>\u00a0(Gottingen, 1861); Georg August Wilhelm Runze (nascido em 1852), um alem\u00e3o luterano,\u00a0<em>Unsterblichkeit und Auferstehung<\/em>(Berlim, 1894, p. 167, 204); H. Plitt,\u00a0<em>Evangelische Glaubenslehre<\/em>\u00a0(Gotha, 1863); Ludwig Lemme (nascido em 1847), professor de teologia sistem\u00e1tica em Boon e Heidelberg,\u00a0<em>Endlosigkeit der Verdammnis<\/em>\u00a0(Berlim, 1898, pp. 31-33, 60-61); A. Shaffer,\u00a0<em>Auf der Neige des Lebens<\/em>\u00a0(Ghota, 1884) e\u00a0<em>Was ist Gluck?<\/em>\u00a0(1891, pp. 290-294); e o fil\u00f3sofo alem\u00e3o Rudolf Hermann Lotze (1817-1881).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os escritores franceses e su\u00ed\u00e7os que apoiaram essa doutrina, al\u00e9m de Emmanuel Petavel, incluem: Charles Byse de Bex (tradutor de\u00a0<em>Life in Christ<\/em>, de White); Charles Secretan (1815-1895), o cientista franc\u00eas; Charles Bernard Renouvier (1815-1903),\u00a0<em>La Critique Philosophique<\/em>\u00a0(1878); J. Rognon,\u00a0<em>L\u2019Immortalit\u00e9 Native et L\u2019Enseignement Biblique<\/em>\u00a0(Paris, 1894); Louis August Sabatier (1839-1901), professor na Universidade de Estrasburgo,\u00a0<em>L\u2019Origine du peche dans le Systeme Theologique de Paul<\/em>\u00a0(Paris, 1887); Armand Sabatier,\u00a0<em>Essai sur L\u2019 Immortalit\u00e9 au point de vue Naturalisme Evolutionniste<\/em>\u00a0(2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Paris, 1895); A. Bost,\u00a0<em>Le Sort des M\u00e9chants<\/em>, (1861); C. Ribot,\u00a0<em>Revue de Theologie et de Philosophie<\/em>\u00a0(1885); C. Lambert,\u00a0<em>Syst\u00e8me du Monde Moral<\/em>\u00a0(1862); P. Janet,\u00a0<em>Revue des Deux Mondes<\/em>\u00a0(Paris, 1863), e o fil\u00f3sofo e te\u00f3logo su\u00ed\u00e7o Jules Ernest Naville (1816-1909), que foi professor na Universidade de Genebra.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na Am\u00e9rica, Congregacionalistas que ensinaram a imortalidade condicional incluem: Leonard W. Bacon (1802-1881); Edward Beecher (1803-1895),\u00a0<em>Doctrine of Scriptural Retribution<\/em>; Henry Ward Beecher (1813-1887),\u00a0<em>Sermon on Galatians 6:7-9<\/em>; Sra. Harriet Beecher Stowe (1812-1896); Dr. Lyman Abbott (1835-1922),\u00a0<em>The Unknown Country<\/em>; Horace Bushnell (1802-1876),\u00a0<em>Forgiveness and Law<\/em>\u00a0(Nova York, 1874, p. 147); Charles Monroe Sheldon, autor de\u00a0<em>In His Steps<\/em>; e Charles H. Parkhurst (nascido em 1842), pastor congracionalista em Massachusetts e depois de 1880 pastor da Igreja Presbiteriana da Madson Square, na cidade de Nova York.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Dr. George Dana Boardman (1828-1903), um norte-americano batista da Filad\u00e9lfia, pastor da Primeira Igreja Batista naquela cidade (1864-1894), e presidente da Uni\u00e3o Batista Americana (1880-1884), escreveu em apoio a essa doutrina na obra\u00a0<em>Studies in the Creative Week<\/em>\u00a0(Nova York, 1877). O Dr. Boardman escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cNem uma \u00fanica passagem da Escritura Sagrada, desde G\u00eanesis at\u00e9 Apocalipse, ensina, at\u00e9 onde tenho visto, a doutrina da imortalidade natural do homem. Por outro lado, a Escritura Sagrada enfaticamente declara que somente Deus tem a imortalidade\u201d (Citado por Pettingell, Unspeakable Gift, p. 171).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Henry C. Sheldon (nascido em 1845), um Metodista Episcopal e professor da Universidade de Boston, apoiou essa verdade em sua obra\u00a0<em>System of Christian Doctrine<\/em>\u00a0(Cincinnati, 1903, pp. 573 e ss.).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Clement Moore Butler (1810-1890), um Episcopal Americano, foi pastor em v\u00e1rias igrejas, capel\u00e3o do Senado dos Estados Unidos (1849-1853), capel\u00e3o da embaixada dos Estados Unidos em Roma (1861-1864) e professor de hist\u00f3ria da Igreja na Escola Protestante Episcopal de Divindade, na Filad\u00e9lfia (1864-1884). Ele escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u201cDesde que alcancei e descansei na conclus\u00e3o de que o \u00faltimo destino do \u00edmpio \u00e9 a morte, e n\u00e3o a vida eterna em agonia, uma grande nuvem negra parece ter sa\u00eddo de diante da face de Deus, e eu O vejo, n\u00e3o somente como meu Pai amado, mas como o Pai de todas as Suas criaturas\u201d (Citado por Petingell, Op. Cit., p. 328).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um outro Episcopal na Am\u00e9rica que escreveu em apoio a essa verdade \u00e9 o Dr. S. D. McConnell,\u00a0<em>The Evolution of Immortality<\/em>\u00a0(Nova York, 1901). McConnell foi pastor da All Souls Church na cidade de Nova York. Ele escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dos primeiros crist\u00e3os, aqueles que eram gregos trouxeram para a nova religi\u00e3o a ideia Plat\u00f4nica de que a alma \u00e9 indestrut\u00edvel, e a influ\u00eancia grega ganhou a domin\u00e2ncia na Igreja primitiva. A doutrina Plat\u00f4nica da imortalidade natural veio a ser aceita. A no\u00e7\u00e3o foi resistida desde o princ\u00edpio como sendo subversiva da pr\u00f3pria exist\u00eancia do Cristianismo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um pregador americano, de quem os serm\u00f5es sobre a imortalidade condicional exerceu muita influ\u00eancia durante o s\u00e9culo XIX, foi George Storrs. Seus livros incluem:\u00a0<em>Are the Wicked Immortal?<\/em>\u00a0(21\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Nova York, 1852) e\u00a0<em>Six Sermons<\/em>(Nova York, 1856). Sobre ele, F.L. Piper escreveu:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante a \u00faltima d\u00e9cada da primeira metade do s\u00e9culo XIX, o Rev. George Storrs, de Nova York, pregou uma s\u00e9rie de serm\u00f5es sobre a natureza e destino do homem, exercendo uma forte influ\u00eancia ao atrair a aten\u00e7\u00e3o para esse assunto. Eles foram, em larga escala, respons\u00e1veis pela mudan\u00e7a da cren\u00e7a corrente entre os Adventistas americanos e, daquela gradual transi\u00e7\u00e3o at\u00e9 o presente momento, aquele povo, rejeitando ambas as afirma\u00e7\u00f5es do Universalismo e o ensino de um sofrimento eterno para o n\u00e3o salvo, tem se pronunciado como defensores da imortalidade condicional (Op.\u00a0Cit., p. 210).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Outros escritores condicionalistas dos s\u00e9culos XIX e XX na Am\u00e9rica incluem: Horace L. Hastings,\u00a0<em>Pauline Theology, or the Christian Doctrine of the Future Punishment as Taught in the Epistles of Paul<\/em>\u00a0(Providence, 1853); Aaron Ellis,\u00a0<em>Bible vs. Tradition<\/em>\u00a0(5\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Nova York, 1853); Jacob Blain,\u00a0<em>Death Not Life<\/em>\u00a0(Nova York, 1853; 7\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Buffalo, 1857); S. C. Chandler,\u00a0<em>The Theology of the Bible, With a Key to the Revelation<\/em>(1853); Zenas Campbell,\u00a0<em>The Age of Gospel Light or, The Immortality of Man Only Through Jesus Christ\u00a0<\/em>(Hartford, 1854); Miles Grant,\u00a0<em>What is Man?<\/em>\u00a0(Boston, 1858), e\u00a0<em>Positive Theology<\/em>\u00a0(Boston, 1895); J. M. Stephenson,\u00a0<em>God\u2019s Plan of Salvation<\/em>\u00a0(Chicago, 1877); John Thomas, fundador do Christadelphians; Robert Roberts; e Eric Lewis,\u00a0<em>Life and Immortality<\/em>\u00a0(Boston, Warren Press, 1949), e\u00a0<em>Christ, The First Fruits<\/em>(Boston, 1949).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Uma bibliografia adicional sobre a hist\u00f3ria da imortalidade condicional pode ser encontrada nos artigos\u00a0<em>Annihilationism<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Conditional Immortality<\/em>\u00a0nas seguintes obras: James Hastings,\u00a0<em>Enciclopaedia of Religion and Ethics<\/em>\u00a0(Nova York: Scribners, 1908); M\u2019Clintock e Strong,\u00a0<em>Cyclopedia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature<\/em>\u00a0(Nova York: Harpers, 1882); Vergilius Ferm,\u00a0<em>An Encyclopedia of Religion<\/em>(Nova York: Philosophical Library, 1945);\u00a0<em>The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge<\/em>; e obras similares.\u00a0Mais informa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser encontrada no livro de William R. Alger,\u00a0<em>A Critical History of the Doctrine of a Future Life<\/em>\u00a0(Filad\u00e9lfia, 1863). Essa obra cont\u00e9m a bibliografia feita por Ezra Abbott (1819-1884) listando 5.300 t\u00edtulos. Essa bibliografia foi mais tarde publicada separadamente sob o t\u00edtulo:\u00a0<em>Literature of the Doctrine of a Future Life<\/em>. Muita informa\u00e7\u00e3o sobre a hist\u00f3ria da imortalidade condicional est\u00e1 inclu\u00edda tamb\u00e9m nas obras de A. J. Mills,\u00a0<em>Earlier Life-Truth Exponents<\/em>, e de F. L. Piper,\u00a0<em>Condicionalism<\/em>(Boston, 1904).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O fato de termos listado e citado certos autores neste cap\u00edtulo n\u00e3o deve ser interpretado como endosso a tudo o que eles defenderam. Este cap\u00edtulo \u00e9 necessariamente incompleto. O espa\u00e7o limitado nos impediu de listar muitos outros autores ou de fazer extensas cita\u00e7\u00f5es desses que foram listados. Os autores e obras mencionados s\u00e3o poucos em n\u00famero se comparados aos muitos estudiosos e crentes que defendem a imortalidade condicional durante a era crist\u00e3.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da imortalidade condicional come\u00e7a na B\u00edblia. 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