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Justificação pela fé

Objetivo da LIÇÃO

Demonstrar que, somente pelo sacrifício expiatório de Cristo, alcançamos justificação perante o Pai. Nada que o homem faça pode ser equivalente ao sangue remidor de Jesus. Salvação por obras  ou méritos próprios é puro engano e levará à condenação.

INTRODUÇÃO

Muitos acham que sua salvação depende de esforços próprios.

As religiões pagãs ensinam um relacionamento horizontal onde, por meio de suas filosofias, buscam colocar na mente dos adeptos que eles podem solucionar os problemas humanos e chegar espiritualmente a um estado de perfeição.

A religião católica romana é uma das principais a ensinar salvação por méritos pessoais.

Muitos crentes, infelizmente, acabam ensinando o mesmo, ao afirmarem que obedecem uma ou outra doutrina, para se salvarem.

Alguns dizem estar lutando, para alcançar a salvação. Isto é um erro!

Devemos lutar, não para conseguir a salvação, pois esta Jesus já a conquistou por nós no Calvário, mas para não perdê-la.

QUESTIONÁRIO

  1. Com a queda no éden, qual é a condição de todo o homem?

Rom. 3:23; 5:17; 6:23; 11:32; Gál. 3:22. Encerrado debaixo do pecado e da desobediência, sua recompensa é a morte.

  1. Tem o homem condições de resistir ao mal e ao pecado?

I Cor. 10:13; II Ped. 2:9; Salmo 34:17-20. Adão verdadeiramente tinha condições de derrotar a Lúcifer, pois era perfeito e não tinha sofrido ainda com o estigma do pecado. Pós Adão, o homem natural, imperfeito, debilitado e escravo (Rom. 6:16-18), só pode resistir à tentação, se subordinado a Cristo e no amor de Deus.  Uma vez convertido, Deus não permite que este seja tentado além de suas forças. O crente que cair, não pode alegar que a tentação foi demasiada forte para ele.

  1. Como pode então o homem ser justificado ou declarado justo e ser salvo?

A salvação só é possível pela graça ou misericórdia de Deus (Tito 3:7; Rom. 3:23-26). Jesus, homem perfeito, não pecou e morreu injustamente, assumindo sobre Si nossas culpas. Por Ele e por Seu sangue derramado nossos pecados são perdoados e somos salvos (Rom. 5:8,9).

  1. Por que foram importantes a vida sem pecado e a morte de Jesus?

Jesus, à semelhança de Adão, era homem perfeito (Rom. 5:15-19). Lúcifer derrotou a humanidade derribando um homem; um homem como Adão o derribaria. Não pecando, Jesus passou a prova e morreu sem culpa (I Ped. 2:22). O segundo Adão venceu! Isto lhE possibilitou ressuscitar e resgatar os que dentre os homens nEle crerem. Sem a morte de Jesus, não haveria ressurreição; o império da morte seguiria seu curso e o homem dormiria eternamente no pó. Jamais reviveria. Ressuscitando um homem para a vida eterna assegurava-se a garantia de ressurreição e vida a todos os da Fé (I Cor. 15:21, 22, 45).

  1. Como é possível ser justificado e salvo das conseqüências do pecado?

Atos 13:38, 39.  Considerando o pagamento de seus pecados por Cristo homem e recebendo-o como seu substituto e Salvador (Mat. 20:28); crendo no sangue remidor por Ele derramado por ti.

  1. Onde entram então nossas obras de obediência a Deus?

As obras são indispensáveis na vida de um salvo, pois representam o fruto de sua salvação e vida em espírito. Dizer-se salvo e seguir na desobediência e obras da carne é mentir e ter uma fé morta. Portanto, nossas obras não são praticadas para sermos salvos, mas porque somos salvos (Efés. 2:8; Gál. 5:22; Tiago 2:17, 18).

  1. Quer dizer que, se uma pessoa crer, receber o santo batismo e morrer no mesmo dia, sem ter a oportunidade de praticar muitos ensinamentos, esta pessoa também está salva?

Sim, exatamente! Jesus já pagou o preço de sua redenção. Se viver, no entanto, deverá produzir fruto de salvação.

  1. Que condenação recai sobre os que pregam salvação por obras?

Estes estão subestimando e anulando o sacrifício de Cristo. Se podemos nos salvar por nossos próprios méritos e pelo que somos e fazemos, Jesus morreu em vão e Deus perdeu Seu tempo. Demonstrou um amor inútil e desnecessário sacrificando injustamente Seu Filho.

  1. Assim sendo, devemos abandonar a guarda dos mandamentos e vivermos segundo o mundo?

De modo nenhum. Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele (Rom. 6:2). O amor produz em nós a obediência espontânea (João 14:21).

Os que vivem na carne e no pecado, estes sim, não conseguem se submeter à Lei de Deus (Rom. 8:5-8).

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